Sacola retornável produzida pelo Fundo Social é alternativa para geração de renda

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Imagem Divulgação

Com o fim do fornecimento de sacolas plásticas nos estabelecimentos associados à Apas (Associação Paulista de Supermercados) a partir de 25 de março, a embalagem retornável tornou-se a melhor opção por não poluir o meio ambiente. Com o objetivo de incentivar a produção e o uso de bolsas ecológicas confeccionadas em material biodegradável, a Coordenadoria do Fundo Social de Solidariedade está com inscrições abertas para o projeto “Guarulhos Costurando o Futuro”.

Além de estimular os consumidores a adotarem atitudes sustentáveis, a iniciativa ainda é uma alternativa de geração de renda para pessoas que estão desempregadas, já que os participantes saem dos cursos capacitados para produzir as sacolas retornáveis na própria residência.

Atleta da UNG

As inscrições para o projeto podem ser feitas durante todo o ano, das 9h às 16h, na sede do Fundo Social (alameda Tutóia, 534 – Gopoúva, ou na avenida Santana do Mundau, 812 – Parque Alvorada). Mais informações pelo telefone 2472-5178.

Quem não tem nenhuma experiência no segmento deve se matricular no curso de costura industrial básica, que terá início no dia 6 de março, com aulas às terças e quintas ou às quartas e sextas, em dois horários: das 8h às 12h, e das 13h às 17h. Já os que possuem conhecimento podem optar por costura industrial avançada, que é oferecido quatro vezes por semana, de terça a sexta-feira, das 8h às 12h. Os inscritos passarão por uma prova prática com testes em quatros máquinas industriais: reta, overloque, interloque e galoneira.

Produção supera 100 mil sacolas

Desde sua criação em 2009, o projeto já resultou na produção de mais de 100 mil sacolas de diversos modelos e materiais como algodão, chita, juta e banners. Diante do sucesso e das inúmeras encomendas feitas por empresários do setor, o Fundo Social resolveu criar, no Parque Alvorada, um espaço próprio para abrigar os cursos de costura industrial básico e avançado. Toda a renda adquirida na venda é revertida para a compra de tecidos e maquinários. Muitas alunas beneficiadas pela iniciativa já obtiveram renda com a nova profi ssão, como é o caso da costureira aposentada Maria do Socorro Silva, de 66 anos. “Desde julho do ano passado confeccionei cerca de 2 mil sacolas para supermercados e lojas. Por cada uma cobrei em torno de R$ 5 a R$ 6. Os preços variam de acordo com o modelo. Estou apenas começando, mas já ganhei muita experiência”, disse.

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